NEM TODOS ESTÃO DO  NOSSO LADO!

By 22 de novembro de 2016Sem categoria
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Em algum momento da vida, todos sofremos algum tipo de hostilidade ou rejeição. A começar pela mais tenra infância.

Mesmo que nem sempre tenha sido intencional por parte do outro, é bem provável que tenha despertado em você sentimentos de humilhação, medo, vergonha, tristeza, raiva. Pode ter vindo de colegas da escola (sim, crianças as vezes são cruéis), de cuidadores impacientes, professores inábeis, pais ou mães rigorosos, cansados, deprimidos, inexperientes, ou apenas passando por um dia difícil.

Eventos assim ocasionais provavelmente não tenham causado danos na sua personalidade, mas possivelmente causam pequenas marquinhas, feridinhas talvez cicatrizadas, que quando são cutucadas podem voltar a doer ou causar um pequeno incomodo. Ou pode ser que estão tão bem cicatrizadas que nem chegam a ser sentidas nem quando cutucadas. Ótimo!

É importante apontar que os “estragos” que estas críticas, insultos, hostilidades também se devem a forma com que são interpretados por nós.
As pessoas já vêm com algumas características “de fábrica”, e outras vão sendo adquiridas ao longo da vida, de modo que algumas podem se apresentar mais resistentes e outras mais sensíveis. As mais sensíveis são as mais susceptíveis aos estímulos e a interpretá-los como algo negativo.

Quando os estímulos hostis são mais frequentes e repetitivos, provavelmente terão consequências sérias como auto estima comprometida, depressão, ou alguma desordem emocional.

Uma outra situação, é a criança que foi superprotegida. Talvez os pais ou cuidadores tinham as melhores das intenções. Mas qual a mensagem que fica? Que a criança não é capaz!

Não é capaz de aprender a andar, a correr, a andar de bicicleta, praticar esportes, se relacionar de forma saudável, tirar boas notas, resolver seus problemas e vai crescendo e se desenvolvendo com a ideia de que não é capaz de cuidar de si mesma.

A minha intenção até aqui foi mostrar como vamos acumulando registros e ideias a nosso respeito que são responsáveis pela formação de nossa auto imagem, que vai causar grande influência ao longo de nossa vida.

Embora a maioria destas experiências emocionais já tenham sido esquecidas, se não foram trabalhadas, elas ainda vivem dentro de nós, no nosso inconsciente, de modo que não as percebemos claramente, e influenciam no nosso comportamento, pensamentos e sentimentos.

Sabe aqueles pensamentos ou crenças de que você não vai conseguir, de que não vai dar certo? Seja um projeto profissional, um relacionamento, uma venda, um evento, uma competição esportiva, seja lá o que for?

Pois é, estas vozes interiores tem o poder de te DESESTABILIZAR. Isso mesmo! Você pode ter se preparado, contar com todos os recursos que precisa, mas lá no fundo, algo lhe diz que vai falhar. É um barulho interno.

Agora, falemos de outra situação. A situação real. Quando outras pessoas REALMENTE não torcem pelo seu sucesso. Sim, a inveja existe.
Competitividade, rivalidade, pessoas que por vários motivos não querem que você vença. Pessoas que não te aprovam, não te aceitam pela sua classe social, pela sua cor, sua religião. Pelo bairro que você mora, pela sua opção sexual, pelo seu gênero, pela sua aparência física.

A torcida contra pode vir também de pessoas muito próximas, que te amam mas tem medo de te perder ou não querem que você se machuque e por isso torcem contra.

Sim. Estas pessoas não querem te ver no pódio, e torcem contra. E isto também pode te DESESTABILIZAR.

Ou seja, por estarmos desestabilizados, nos desfocamos dos nossos objetivos seja devido as vozes internas (você não é capaz, não consegue, não merece, etc.), ou as vozes externas, vindo daqueles que torcem contra.

As vozes não são explicitas, mas podem ser simbolizadas apenas por um olhar ou mesmo o fato de você pensar ou lembrar-se de alguém que não deseja sua vitória.

Quando nos propomos a nos lançar em algo, muitas vezes paralisamos por conta deste barulho. Seja das vozes internas, ou externas. Ou ambas.

Portanto, quando desejar algo, não de atenção as vozes. São só barulho.

Concluo este texto com um pequeno e forte trecho do filme “Race”, Verídico e tocante. ASSISTA!!!

Sou psicóloga e abracei a missão de ajudar as pessoas no seu autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Se quiser conversar mais, fique à vontade para enviar uma mensagem e agendar uma consulta.
Consultório próximo ao metro Ana Rosa.

https://www.youtube.com/watch?v=69ImU__bzCQ

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