O que te move?

By 25 de julho de 2016Emoções e Comportamento
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O QUE TE MOVE?
“Mas, a melhor coisa da vida é quando você descobre e exerce seu talento, isso não tem preço.” Esta foi a linda forma que um psiquiatra concluiu uma aula de psicofarmacologia.
Digo que achei até surpreendente este fechamento, considerando o tema do curso. Sai de lá muito satisfeita pois bateu exatamente com minha forma de pensar, minhas ideias em relação a saúde mental e emocional.
Acredito que cada um de nós tem uma “missão” a ser cumprida. Não me refiro aqui a questões da espiritualidade, mas penso que a “missão” tem a ver com seu talento, que é algo que você gosta realmente de fazer e tem habilidade para isso. E a missão é quando você consegue por em pratica seu talento agregando alguma coisa a sociedade.
Boa parte das pessoas desmotivadas, deprimidas ou irritadiças que conheço ainda não encontraram seu talento, ou não conseguem exercê-lo. De modo que não sentem prazer no seu trabalho, na faculdade, ou mesmo na vida. Não é incomum uma sensação de inutilidade.
Algumas pessoas chegam a acreditar que não tem talento para nada e seu destino é levar a vida de forma medíocre. Tem também quem acha que tudo isso é uma utopia, uma ilusão.
Afinal, como pensar em talento, potencial, fazer algo com brilho nos olhar quando tem que por arroz e feijão dentro de casa?
Este é o ponto. Sim, é uma realidade. Ganhar o sustento pode ser muito duro. E para apoiar e reforçar esta ideia, a Bíblia diz, que como castigo por ter mordido a maçã, o homem terá seu sustento com o suor do seu trabalho. Aliás a origem da palavra trabalho é “trimpalium” um instrumento de tortura.
Por outro lado, vemos pessoas que sentem-se preenchidas e felizes por terem se dado a oportunidade de encontrar e exercer sua missão. E, não precisa ser necessariamente o seu ganha pão, sua atividade profissional. Pode ser uma atividade paralela, um hobby, um trabalho voluntário.
Só o fato de descobrir e colocar em pratica já é gratificante, além disso abre portas para contatos, oportunidades e o mais importante: o sentimento de auto realização.
No universo da auto ajuda, é comum utilizarem como exemplos as grandes personalidades que mudaram o mundo. Ao meu ver isso só aumenta a distância entre e ilusão e a realidade e gera sentimento de frustração. Não, você não precisa mudar o mundo! Prefiro a frase: do talmud (livros da sabedoria judaica): “quem salva uma vida salva o mundo inteiro”, podemos adaptar a ideia para “quem ajuda uma vida, ajuda o mundo inteiro”.
Dentro dessa ótica, o conceito de ajudar uma vida pode ser qualquer coisa que agregará algo de bom para outra pessoa. É importante a compreensão de que qualquer atividade honesta, desde plantar, cozinhar, construir, cantar, pintar paredes, consertar relógios, vender está agregando algo para alguém.
Então, você pode escolher: aquela ideia de que tudo é muito difícil e não tem sentido pensar em talento, missão pois a vida é dura. Ou, sentir o grande barato de descobrir aquilo que te move e colocar em pratica, dando a sua contribuição para o mundo!
Se gostou do texto sinta-se a vontade para compartilhar, quem sabe estará ajudando a mensagem chegar em quem está precisando. Curta a página, e acompanhe as atualizações. Se tiver algum comentário, poste e terei o prazer de responder cada um.
Sou psicóloga e orientadora vocacional. Se você se identificou com o texto e quiser conversar mais a respeito ou trilhar um caminho de autoconhecimento para encontrar seu talento ou por em prática sua missão, me contate inbox para agendar uma consulta. Atendo bem próximo ao metrô Ana Rosa em São Paulo.
Gisele Ventura Essoudry
CRP 06118106

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